Paciente autista

A resistência inicial virou confiança na sessão seguinte.

As útilmas duas consultas foram semelhantes, a criança autista de 4 anos, sentada na cadeira com as pernas apoaidas no colo do pai, a auxiliar com abridor de boca e a mãe sentada na recepção. O procediemnto foi difícil pelo comportamento da criança, principalmente quando acionamso o mortorzinho, pela dificuldade desses pacientes em lidar com o barulho. Nessas situações a criança parece adquirir super poderes, pois até mesmo o pai, que ficou ajudando na contenção, parecia estar se sentindo derrotado na batalha, tamanha era a força que aquele pequeno herói fazia. Enfim.. o procedimento chegou foi concluído com sucesso e alcançamos objetivo. Em pouco tempo a criança se recompôs e ganhou um brinde por ter nos permitido fazer a restauração apesar da dificuldade.

A maior surpresa aconteceria na sessão seguinte. O garoto autista entrou pela porta e foi direto sentar-se sozinho na cadeira odontológica. Todos ficaram surpresos pois achávamos que ele resistiria até entrar na sala, mas ele foi determinado com seu bonezinho virado, tipo menino maluquinho e se posicionou, como quem diz,: doutora estou pronto pra começar. Podemos dizer que seria o inicio de um bom condicionamento, e isso não tem preço.